Duas pessoas morreram e pelo menos oito, incluindo crianças, ficaram feridas depois que um homem de 40 anos invadiu com seu carro a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em Grand Blanc, Michigan. O agressor abriu fogo contra os fiéis e incendiou o prédio na manhã de hoje, segundo informaram as autoridades. O suspeito também está morto.
O Ataque e o Incêndio
O atirador, que invadiu a igreja com seu carro, abriu fogo contra os congregantes durante um culto lotado. “Ele então saiu do veículo disparando vários tiros contra pessoas dentro da igreja”, relatou o chefe de polícia de Grand Blanc Township, William Renye.
As autoridades também acreditam que o suspeito ateou fogo à igreja de forma deliberada. Renye disse que os investigadores ainda estão “tentando determinar exatamente quando e onde o fogo começou, e como foi iniciado”. Ele acrescentou que há indícios de que havia mais pessoas perto do incêndio e que não conseguiram sair da igreja. O fogo, no entanto, já foi controlado.
O Atirador
O chefe de polícia Renye identificou o suspeito como um homem de 40 anos, morador de Burton, Michigan. Ele informou que o agressor usou um rifle de assalto durante o ataque. Dois policiais trocaram tiros com o homem e o mataram. Segundo Renye, a polícia acredita que ele agiu sozinho. “Acreditamos que capturamos o autor do ataque”, afirmou.
Vítimas e Feridos
Pelo menos duas pessoas tiveram a morte confirmada, e há oito vítimas baleadas, incluindo algumas em estado crítico. Os feridos foram levados para hospitais locais. Entre os feridos há crianças, segundo uma fonte familiarizada com o caso informou à CNN. As autoridades alertaram que podem encontrar mais vítimas assim que conseguirem garantir a segurança do local atingido pelo incêndio.
A Investigação em Curso
O motivo do ataque permanece desconhecido enquanto as autoridades investigam o incidente. Renye informou que o FBI designou 100 agentes para a área, com o objetivo de colher depoimentos de testemunhas. Além disso, as autoridades vão cumprir um mandado de busca na residência do suspeito e analisar os registros de seu telefone celular para “tentar descobrir se havia um motivo”.










