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Governo Lula Gasta R$ 344 Mil em Evento de Moda com Presença de Janja em Paris

Reprodução de Imagem

O desfile com participação da primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, realizado em Paris e voltado para estilistas brasileiras, teve custo de R$ 344,4 mil pagos com recursos públicos. O valor foi arcado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

A informação foi revelada pelo colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, e consta na resposta enviada pela pasta a um requerimento apresentado pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), que solicitou detalhes sobre os gastos do evento intitulado “Brasil, Criativo por Natureza”. Conforme o governo, os valores foram desembolsados pela ApexBrasil, instituição responsável pela realização do desfile que ocorreu no mês de junho.

Durante a programação, Janja esteve acompanhada da primeira-dama da França, Brigitte Macron. O desfile foi realizado no Café de l’Homme, local conhecido por sua vista privilegiada para a Torre Eiffel. As duas assistiram às apresentações de coleções desenvolvidas pelas estilistas brasileiras Angela Brito, Flavia Aranha, Marina Bitu, Rafaella Caniello e Celina Hissa. Apesar de também estar na capital francesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareceu ao evento.

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) firmou contrato no valor de R$ 27,9 milhões com a Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI) para realizar a cobertura jornalística da COP-30, programada para ocorrer em Belém. A informação foi publicada pela Coluna do Estadão.

A OEI, que mantém relacionamento próximo com integrantes do Partido dos Trabalhadores e com a primeira-dama Janja, já acumulou mais de R$ 710 milhões em contratos de cooperação durante o governo Lula – número que representa aumento de 800% em comparação com a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A EBC declarou que o valor acordado está compatível com o mercado e que o contrato prevê a transmissão de mais de 42 debates durante o evento ambiental. A OEI afirmou cumprir critérios internacionais de governança e negou qualquer tipo de favorecimento político.

Ainda de acordo com publicações anteriores, no início de 2023, houve articulação dentro do governo para que Janja fosse indicada a um cargo na organização.

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