Nesta segunda-feira (8), Alessandra Moja Cunha, foi presa sob a acusação de ser chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC) na Favela do Moinho, em São Paulo. Ela esteve ao lado do presidente Lula em 26 de junho deste ano. As imagens da cerimônia, que voltaram à tona após a prisão, mostram Alessandra ao lado de Lula e de ministros do governo.
Na ocasião, o evento marcou a assinatura de um acordo habitacional, uma parceria entre os governos federal e estadual. O objetivo era oferecer subsídios de R$ 250 mil para cada uma das 800 famílias do Moinho, permitindo que adquirissem uma nova moradia. A União prometeu R$ 180 mil, e o Estado, R$ 70 mil.
Durante a visita, Lula prometeu recursos e destacou que o objetivo era garantir dignidade às famílias. “Todos querem ter o desejo de ser felizes, morar bem, ter casa razoável para morar e viver com a cabeça erguida nesse país”, disse o presidente, ressaltando a necessidade de uma “solução rápida” para o Moinho.
Na mesma cerimônia, a ministra Esther Dweck, da Gestão e Inovação, assegurou que as famílias só seriam retiradas do local “por livre e espontânea vontade, com garantia de seus direitos”. Já o ministro das Cidades, Jader Filho, explicou que o benefício seria entregue diretamente aos moradores, que poderiam escolher onde viver.
Alessandra, que era a presidente da Associação da Comunidade do Moinho, também participou de reuniões com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, e foi vista em fotos ao lado do deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP).










