Luiz Fux apresentou uma divergência em relação a Alexandre de Moraes logo no início do julgamento da trama golpista. A discordância dizia respeito a uma questão preliminar: se o caso deveria ser julgado pela Primeira Turma do STF ou pelo plenário da Corte, composto por todos os 11 ministros. Fux, que já havia levantado essa questão anteriormente, voltou a questionar a competência da Primeira Turma, onde o caso está sendo analisado.
Essa divergência de Fux o coloca em destaque, já que seu voto é um dos mais aguardados. Ele tem sido um dos poucos ministros a expressar discordâncias em relação às decisões de Moraes em outros processos relacionados ao caso golpista.
Em sua leitura, Moraes defendeu a competência do colegiado e rejeitou todas as preliminares levantadas pelas defesas. Isso incluiu a contestação sobre a validade da delação premiada de Mauro Cid.










