Figuras públicas e notáveis do conservadorismo brasileiro, políticos, ativistas, influenciadores e jornalistas, manifestaram seu luto nas redes sociais com notas de pesar após a morte de Charlie Kirk.
Aos 31 anos, o ativista norte-americano e aliado de Donald Trump foi fatalmente baleado nesta quarta-feira (10) enquanto palestrava para estudantes na Universidade de Utah, em Orem, nos Estados Unidos, a aproximadamente 60 km de Salt Lake City. Kirk deixa esposa e duas filhas.
Considerado o Charlie Kirk brasileiro, o deputado federal Nikolas Ferreira fez uma série de publicações sobre o atentado. Em um vídeo publicado no reels, ele fala sobre a morte da uma refugiada ucraniana Irina Zarutska e Charlie Kirk.
No X (antigo Twitter), Nikolas escreveu:
“Que Deus receba Charlie Kirk é conforte sua esposa e seus dois filhos. Ele não será esquecido.”

O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, publicou em sua conta no Instagram:
“Mais uma vítima da esquerda, infelizmente, esse modus operandi a gente conhece. Descanse em paz, Charlie!”

O jornalista Allan do Santos também fez uma série de publicações em sua quadragésima sétima conta no Instagram.
Em um vídeo com cenas de Kirk e sua família, Allan diz que: “O mundo perdeu um pai, um marido, um cristão, um herói — Descanse em paz, @charliekirk1776”
Em outra publicação, Allan escreveu: “1:12am e ainda não consegui dormir. Quando conheci @charliekirk1776, ela tinha 25 anos e o movimento por ele criado já estava enorme nos EUA. O turningpointusa foi no NINHO DA SERPENTE. Ele não estava formando novos políticos para serem eleitos. Ele não estava na política eleitoral. Ele estava na ALMA DA POLÍTICA: A UNIVERSIDADE. É lá que os revolucionários criam seus monstros, é a incubadora dos corações revoltados. Kirk foi assassinado por ter ousado FALAR onde NINGUÉM PODE, senão os revolucionários. O ódio dos comunistas é grande, mas quando o assunto é FORMAÇÃO INTELECTUAL, o ódio deles é INFERNAL, DIABÓLICO. Foi assim com o Prof. Olavo. Entendam, você pode eleger MIL POLÍTICOS BONS, mas quando você DOMINA uma UNIVERSIDADE, você produz MÉDICOS, JUÍZES, ADVOGADOS, PROCURADORES, PROFESSORES, ENFERMEIROS, DENTISTAS, ATLETAS, ARTISTAS, ESCRITORES etc.
O comunista tolera que a direita esteja na política eleitoral, mas se o conservadorismo chegar na UNIVERSIDADE, os comunistas vão te MATAR.”

Conhecida pelas suas fortes críticas ao wokismo e transgenerismo, a palestrante e autora Aline Borges (@nine.borg/Instagram), publicou:
“Estou muito triste. Via de regra, a esquerda não sabe conviver com outros em um mercado livre de ideias.
Preparem-se para o exército de esquerdistas moderados não-woke dizendo que isso é um caso isolado. “Eu sou de esquerda e não sou assim.”
Eu até acredito em você, mas:
- Você é minoria.
- Porque você é minoria, jamais será capaz de produzir mudanças dentro do seu espectro politico, ninguém quer dialogar com você porque sua moderação é irrelevante.
- Você diz que é de esquerda porque provavelmente acha que a esquerda é quem defende pobre, logo, é um ato moral se filiar à esquerda. Quando você entender que a esquerda usa e explora o pobre, você não vai se sentir mais dependente dessa relação patológica.
- As principais teorias sociais e econômicas de esquerda são extremistas. Socialismo e comunismo são extremistas. Apoiar MST invadindo o direito de propriedade privada é extremista. Apoiar regulamentação de rede social aka censura é extremismo. Usar camiseta de Che Guevara é extremismo.
Não precisava do wokeísmo para virar extremista. Sempre foi. O wokeísmo se aconchegou embaixo das asas da esquerda porque é igual. A sobreposição filosófica é evidente.
Quando a esquerda não censura, ela persegue, processa, cancela, ameaça ou mata!
Quando coisas assim acontecem, vêm os ditos moderados fazendo jogo de equivalência moral:
“Mas a esquerda e a direita são iguais.”
“Mas a direita identitária é igual à esquerda identitária.
NÃO!
A esquerda pega uma arma E MATA!
MA-TA!
RIP Charlie Tive o prazer de trocar algumas palavras com ele há pouco mais de um mês em Oxford, grande discurso, inteligente, eloquente e seguro. Fará muita falta.
Que sua familia fique bem.”

A morte de Charlie Kirk ressalta a profunda polarização política global, que se manifesta intensamente nas redes sociais. Enquanto figuras de destaque do conservadorismo brasileiro expressaram seu luto por um aliado ideológico, lamentando a perda de uma voz proeminente, a reação de internautas de esquerda revela uma comemoração controversa e agressiva. A disparidade dessas reações transforma um evento trágico em um reflexo perturbador da atual guerra cultural, onde o respeito pela vida é frequentemente obscurecido pela desumanização do espectro político conservador, feito diversas vezes pela grande mídia tradicional, até mesmo em um momento como esse. Charlie não tinha cargo público, não se candidatou ou foi eleito, era um jovem notório pelo seu talento em debater e pregar sobre aquilo que acreditava; bem-sucedido e brilhante. Se, para a grande mídia isso é ser um “extremista de direita”, o ódio e ataques a conservadores continuarão acontecendo e sendo banalizados.










